”Você faz muita falta.
Resolvemos, agora, demonstrar esse sentimento com um benefício real, exclusivo, que traduz o respeito e a consideração que temos por você.
Volte a assinar *** e comece ganhando 50% de desconto.”
ou seja:
- a editora, antes, não dava um benefício real nem exclusivo ao assinante, apenas benefícios falsos e comuns. mas, AGORA, tudo será diferente!
moral:
- deixe de assinar, diga que não vai mais voltar e seja tratado como merece, com 50% de desconto. no início. (“comece ganhando”, depois aguente)
recomendação amiga:
- assine e cancele no mês seguinte, então espere essa proposta “maravilhosa” e “imperdível” de se sentir um trouxa.
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marketing redigido por um homem estilão arrependido e crente que tava abafando, aposto. RERERER.
#fail
(sinto-me no direito de criticar porque a trouxa em questão fui eu, tsá? muah. ahahaha)
blableblibloblu.
daqueles dias em que você está putíssima. ouço gritinhos das crianças dos vizinhos e me vêm instintos assassinos (esqueça a imagem de criança educada, eu estou falando daquela coisa toda de a criatura se jogar no meio da rua gritando, com mãe gritando junto, porque afinal de contas aqui é um lugar bem agradável). e por quê, por quê? ENE COISAS. porque eu sou dessas que engole sapos corriqueiramente. não só engulo como faço questão de preparar cada um deles, a fim de descerem legal pela goela. tempero, amacio, pico em pedacinhos pra facilitar. mas engulo. eu sou corajosa, eu sou fina. evito gritar, evito xingar, evito jogar na cara. tenho uma alergia inexplicável a barraco, quando só um barraco resolveria. e pra quê? pra nada, meu bem. pra eu ir me afundando, titanic feelings. e o mais sensacional é que ninguém percebe. por algum acaso macabro eu nasci e me desenvolvi/desenvolvo perto de pessoas que demoram pra sacar o óbvio, estão eu posso me afundar o quanto quiser e vão me olhar e dizer “mas o que você quer que eu faça?”, no máximo. poucas frases são tão irritantes quanto essa. fica nítido que a pessoa não se interessa pela tua cabeça, percebe? ela quer que VOCÊ responda o que ELA supostamente deveria fazer. uma palavra, que seja, não vem espontânea; você precisa plantar, fuçar, exigir, berrar. quando deveria vir espontaneamente. sei lá, eu pergunto coisas e me interesso espontaneamente, é algo cármico que eu não consigo controlar. o mundo todo me interessa, desde que aja dentro de alguns padrões de moralidade e normalidade. eu tenho opinião sobre tudo e tento entender tudo, mesmo que entenda errado e tenha opiniões erradas. mas e quanto a conviver com quem não faz questão de opinião? onde é que eu me enfio? ou vou solapando essa sensação de estar num planeta falando a língua de outro?
chorei.
Se o seu medo é em TONS DE VIOLETA (lilás até o roxo):
A razão desse processo é a falta de domínio que você experimenta perante os objetivos de sua vida, perante as coisas que você quer alcançar ou que você tem que alcançar para você e ou também para todos que de você dependem.
A sensação de “não saber o que”, ou de “não saber se quer”, ou de “se ter dúvida em conseguir ou em ser capaz de”, por vezes, causam desconfortos consideráveis nas pessoas dos medos violetas.
É quase sempre presente uma dúvida:..”até onde aquilo que faço é por mim ou por outras pessoas? Afinal, é “aqui” que posso ganhar dinheiro para me sustentar e, também, àquelas pessoas que dependem de mim, mas o que eu gostaria de verdade era de estar atuando em tal coisa… Aí sim eu me sentiria realizado!… Quem sabe um dia…
A realização pessoal é quase sempre inexistente.
Ainda mais complicado é quando tudo parece bem, mas em alguns casos, a pessoa nutre uma culpa ilógica por se permitir ser feliz naquilo que faz, com aquilo que tem, etc. A sensação, nesses casos, pode ser a de uma auto-reprovação - “como posso ter ou querer algo quando tantos não têm”. Parece difícil entender porque as coisas acontecem em sua vida da maneira como acontecem, já que você sempre tenta cuidar para que não seja da forma como normalmente acaba sendo.
Tudo isso acontece porque o desmerecimento é uma característica natural do medo violeta. As necessidades de “ter que sofrer para ganhar”, de “se punir para as coisas terem mais valor ou darem certo” e, de “ter que pastar para ganhar os céus”… acabam por acumular idéias e vivências que afloram de preconceitos e negam o merecimento natural. O medo violeta comumente cansa quem o alimenta por causar uma grande sensação de impotência perante os desafios.
Mesmo que, por exemplo, na vida profissional, esteja sendo possível receber um bom retorno financeiro, a realização (gostar pra valer do que faz, ou não ter culpa por fazer o que gosta), e o reconhecimento perante os resultados do trabalho (outras pessoas darem um retorno positivo de seu valor) nunca vêm. Parece que “o mundo” está sempre tentando destruir as pessoas dos medos de cor violeta que comumente, são pessoas inteligentes, interessantes, de presenças marcantes e com força de expressão espiritual.
Essas pessoas acabam adotando uma postura que muitas vezes apresenta certa prepotência e, então, decidem comandar as vidas alheias. Fazem isso com boas intenções e, comumente demonstrando que, assim, estão construindo um mundo melhor para si e para o outro. Quando esse medo violeta se torna uma crença, se instala na vida uma abertura a uma certa mania de perseguição. Em seus pensamentos a espera do momento em que tudo vai estar “pronto” para, então finalmente se poder ser feliz é infinita… Parece que nunca chega esse tal, tão aguardado momento.
Mas essa realidade é um tormento que lhe acompanha desde o momento em que você passou a ter necessidade de provar o seu valor para uma figura masculina que pode ser o seu pai, irmão, um chefe, marido, namorado, ou até mesmo, sua mãe, se for ela a figura forte e de ação dentro de sua casa. É preciso perdoar a si mesmo e, naturalmente, essa figura será perdoada. E nesse caso, o perdão é um requisito básico à sua própria felicidade e à possibilidade de você conseguir se sentir pleno e valorizado como Filho Divino. Esse resgate também eliminará a sensação de que alguma força sobrenatural é a grande responsável pelas vivências indesejadas que você enfrenta.
saiu daqui.
bah.
não tenho mais paciência pro twitter, nem facebook. agora vivo no instagram, só vendo. cansei das pessoas, ou pelo menos do que elas falam. melhor quando estão caladas. são tão mais bonitas. posso pintá-las como quiser e não corro o risco de descobrir mais nada sobre a estupidez humana. porque, sério, minha cota acabou. poderia escrever um compêndio da escrotice nos dias atuais, mas não vou. senão acabo tão escrota quanto. pra ser só mais uma, prefiro ser ninguém.
…
dezora da noite e eu subindo pelas paredes. maravilha. tem uns dez pica-paus dentro da minha cabeça. eu abriria o tarô, mas não posso, por causa do horário. eu gritaria, choraria, mas é preciso não preocupar os demais. é de uma extrema raiva isso - por mais que eu queira perder o controle, não consigo. nunca consigo. pra sair de casa eu planejei durante quase um ano, por exemplo. era só sair, não era? ou eu tinha matado alguém? não, eu estava me matando ao ficar lá. ok. aí pode. eu sempre encontro um jeito de me matar. e todos deixam. ótimo?
(“me matar” metaforicamente falando, óbvio. mas não deixa de ser ruim.)
eu sei, eu sei, são as noites maldormidas, são as ansiedades, as solidões, eu tenho consciência, e é exatamente o que me destrói. melhor seria não ter consciência nenhuma de nada. ignorance is bliss. acaba que não sei como tirar esse fardo de “ser responsável”. sempre sou responsável, sempre sou “a” responsável. “amanhã não vai existir se eu não fizer nada hoje”, grande lema. não me conte aquela história de olhar os lírios do campo, eu já li a bíblia. não acho que seja tão simples. não acho que seja só acordar e você estará “vestido como um rei em todo o seu esplendor”. quer dizer, na sua imaginação, pode ser. na minha não, que eu não pretendo entrar em surto e começar a ver coisas. já estou entrando?
sim, estou triste, estou péssima, mas não estou louca, não saí gritando com ninguém, não quebrei coisas, não rasguei dinheiro. só queria respostas um pouco mais definitivas sobre a vida e por que tudo é tão complicado, tão solitário, tão imbecil. por que a comunicação é tão falha? por que tão poucos honram o que dizem? por que tem sempre alguém de olho no seu jardim? não sei, nunca vou saber, e apesar disso tenho uma série de rotinas emparelhadas que preciso desempenhar com esse grande buraco para sempre aberto no peito. não gosto da sensação de não saber para onde estou indo. não gosto nada de não poder pelo menos encurtar o caminho e pegar um atalho qualquer - pode ser que nem valha a pena, apesar de tanto esforço.
é dose.
er.
estou muito cansada. muito imensamente cansada. e aí que minha grande diversão é assistir ao cachorro de patas pro alto e dormindo com os olhos abertos e roncando. ROINC. ROOOINC. má que uóótimo.
enquanto isso arrasto meu cansaço pra cá e pra lá, respondendo pergunta de gente no mercado livre que quer bater papo e não comprar - porque né, o que justifica certas perguntas como “você manda rastreio?”. não, mando rastreio não, moça, eu mando um perfume por carta registrada, sabe? porra.
não tô amarga não, é só cansacinho. a cabeça pesa. fico enjoada. fico enojada. é muita gente enrolada no mundo, é muita pataquada pra me desiludir. as pessoas tornam tudo muito difícil. sonho com o dia em que vai aparecer alguém pra me facilitar.
(omiti que o mercado livre trava anúncios aleatoriamente e rouba dinheiro também, inclua essa parte nas desilusões que citei acima. grata.)
didática.
quão razoável é você topar com alguém educado e esforçado e MANDAR UM PRESENTE? algo do tipo “oi-você-é-raridade-beijos-tó”? porque sou dessas. e não, não estou querendo nada. estou dando um incentivo. um “keep going”. um vai-nessa-que-tu-tá-bem. tó o presentinho, e não muda não. não se estrague não, ok? vai na fé. obrigada.
não, não faz sentido mesmo. mas não conseguirei evitar. rerer.
(acabo de lembrar que isso deve ser herança daqueles pirulitos que a gente - a gente eu - dava pros melhores alunos e que faziam todos os outros abrirem o berreiro no mei da aula - magistério alou. não, eu não fazia isso constantemente, só quando eu acordava de bom humor e esquecia que ia dar merda)
bebê babão.
“noia” perdeu o acento. não consigo escrever assim sem um pouquinho de dor. um alfinete no pé escrever essa desgraça. mas ok. o caso é que as pessoas têm noias incompreensíveis. a maior delas é não mover muitas palhas pra chegar a algum lugar e se propor a SECAR SUA PIMENTEIRA. dane-se o quanto você cultivou, se cansou, o fulano quer o que você tem. buenas. na minha época e na minha educação militar isso era punido com intermináveis horas de eu me sentindo um lixo - minha mãe e seus sermões de moral e bons costumes (isso antes de ela ficar louca). hoje ninguém mais faz isso. tomam à tua revelia mesmo, e não tem pai nem mãe que dê limite. aliás, desconfio que esse pessoal (de 30-40 anos) ainda usa fralda e é chamado de “meu bebê”. aí é na mão grande, né? o que interessa é ter. que tal ser um pouco mais original? “não, dá trabalho”, e parabéns, o cidadão em questão assina o atestado de que é um peso morto.
olha, tão de parabéns.
queridona.
quando a única pessoa que te liga é um presidiário de Goiás, fazendo ameaça e pedindo pra fazer recarga telefônica.
é um sinal?
iupis e irras.
engraçado, né. eu estava falando aqui, nesta semana, de curso de corte e costura, família e tal. CONSEGUI, MINHA GENTE. não, não consegui aprender a costurar (ainda). consegui recuperar meu investimento inicial da luóója. depois de três meses. 1/3 disso eu consegui em TRÊS DIAS. e se você não acha isso SENSACIONAL, você não entende nada de negócios nem da multiplicação de lucro nem de meter as caras sozinho num barco e finalmente poder dormir tranquilo. bêjs.